setembro 2015

Elog amplia área refrigerada no CLIA Curitiba

Nova estrutura drive in tem capacidade para 1.230 posições paletes e foi construída para atender ao segmento healthcare

A Elog ampliou sua área de temperatura controlada no CLIA Curitiba de 700 para 1.200 metros quadrados, alavancando sua capacidade de armazenagem de 400 para 1.230 posições paletes. Para chegar a esse resultado, o modelo utilizado para armazenagem também foi modificado. “Transformamos quatro câmeras frias antigas em uma única área muito mais moderna, que permanece sempre entre 15 e 25 graus e tem monitoramento redundante, feito remotamente pela Central de Controle de Risco, em São Paulo”, diz Robson Luiz Bissani, gerente de operações das Unidades de Curitiba. “Além disso, analisando o perfil das cargas movimentadas e várias opções de verticalização, decidimos implantar o sistema drive in, que aumentou nossa capacidade em termos de espaço, segurança, velocidade e organização”, completa o gerente.

A principal diferença entre outras opções de verticalização e a do sistema drive in, é o ganho de espaço útil decorrente da redução dos corredores de movimentação. “Conseguimos também aumentar nossa capacidade para recebimento e melhoramos nosso fluxo de movimentação, trazendo mais produtividade para os processos”, afirma Robson.

Foram dois meses de preparação para melhor atender à demanda do setor healthcare (saúde) e ampliar as licenças de ANVISA, o que habilitou a empresa a movimentar medicamentos e correlatos, como seringas e outros produtos da área médica, podendo receber também cosméticos. “Percebemos que a demanda é maior para área de temperatura controlada e focamos nossos esforços em atender com excelência ao segmento healthcare”, assegura Fabiane Arruda, gerente Comercial da Regional Sul. “Porém, é importante ressaltarque a unidade continua apta a atender cargas refrigeradas”, informa Fabiane.

Solução: O CLIA (Centro Logístico e Industrial Aduaneiro) trabalha sob regime de entreposto aduaneiro, onde qualquer produto importado pode ficar armazenado pelo período de um ano, renovável por mais um ano, de acordo com a necessidade do cliente. “Não é preciso nacionalizar e pagar impostos pela carga toda, de uma vez. É possível fazer isso aos poucos, dentro do prazo permitido”, explica Fabiane.

A procura por esse tipo de serviço tem aumentado, devido à alta do dólar frente ao real e às incertezas do cenário econômico. “Essa solução melhora o fluxo de caixa, uma vez que o cliente não precisa desembolsar todas as taxas de uma vez e ainda pagar para armazenar imposto”, comenta a gerente.