novembro 2015

Elog investe na verticalização do CLIA São Paulo

Com foco no segmento de farmacêutico e bens de consumo, adaptação do espaço já trouxe novas contas

São Paulo, 10 de novembro de 2015 – A Elog, operador logístico controlado pelo grupo Ecorodovias, investiu na verticalização do CLIA São Paulo para aumentar a capacidade de estocagem e armazenagem, com foco no segmento de bens de consumo. Foram seis meses de trabalho e um investimento de R$ 1,3 milhão para aprimorar a infraestrutura de armazenagem com novas prateleiras, novas posições porta-paletes e três novas empilhadeiras elétricas que possibilitam realizar algumas operações para agregar valor ao fluxo da mercadoria do cliente de vestuário, calçados e alimentício. “Passamos a oferecer serviços agregados de armazenagem como embalagem e etiquetagem com foco emantecipar e facilitara expedição da carga, que pode seguir já acondicionada para o destino final”, explica Jefferson Satyro, gerente de Negócios da Elog.

Aproveitando melhor o espaço de armazenagem da área alfandegada, dedicada ao desembaraço aduaneiro de importação e exportação de produtos, e aprimorando os processos o perfil dos clientes foi ampliado. “Conquistamos novas contas importantes na área de vestuário e e-commerce com a adequação, que nos permitiu atender a esses segmentos e agregar valor à cadeia logística dessas empresas, oferecendo uma solução completa, porto-porta ou aeroporto-porta”, comenta Satyro ao se referir ao diferencial da Elog, que oferece também os serviços de transporte, armazenagem geral e alfandegada e gestão da informação de forma integrada e interligada.

O CLIA São Paulo fica na Mooca, na Zona Lesta da capital paulistana, e tem área total de 18.100m², 11.600m² de armazéns e 16 docas. O espaço mantém também área climatizada para cargas que demandam controle de temperatura com toda segurança necessária voltada para o setor farmacêutico.

Vantagens – No cenário econômico atual, com câmbio instável e elevado, a solução de armazenagem em áreas alfandegadas, como o CLIA São Paulo, é uma alternativa para viabilizar o fluxo de caixa do cliente. “No regime em que trabalhamos, não é preciso nacionalizar toda a mercadoria de uma vez. Esse processo pode ser feito aos poucos, de acordo com a necessidade e o valor do dólar no momento”, explica o gerente de Negócios.